quinta-feira, setembro 11, 2008

Livre













Rio Tejo. Foto TL, 2008

O poeta não é bicho-de-conta,
que se enrola para não ver
o que acontece em volta.
Nem é barata tonta,
que apenas quer
que a deixem à solta.

O poeta é um falcão
que tudo em seu redor
abraça com o olhar.
Companheiro da solidão,
sempre, por onde for,
está livre para amar.

4 Comments:

Blogger Once said...

"The poet's voice need not merely be the record of man, it can be one of the props, the pillars to help him endure and prevail."
Ontem prestei esta homenagem a Faulkner .. não posso estar mais de acordo Caro Torquato, que não lhe falte essa liberdade é o meu voto :)

10:59 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Mais uma vez obrigado, cara "Once". Pela citação de Faulkner e pelo amável voto.

5:00 da tarde  
Blogger claras manhãs said...

A Once tem toda a razão.
Que nunca lhe falte por tão essencial.

beijinho

10:50 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro beijinho, cara Minucha.

8:52 da manhã  

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