segunda-feira, maio 19, 2008

Princípio e fim











Acrílico
sobre tela
TL, 2008

Como se tudo aquilo em que tocassem
as nossas mãos se transformasse em espuma
e os olhos, feitos barcos, navegassem
serenos e altivos sobre a bruma.

Como se não sobrasse mais nenhuma
noite em que os nossos corpos se enlaçassem
e abraçados vencessem, uma a uma,
quaisquer barreiras que nos levantassem.

Como se fosses o princípio e o fim
do que sempre quis para mim.

11 Comments:

Blogger Vieira Calado said...

Belo, o poema.
Bem bonita a gravura.
Um abraço

9:56 da tarde  
Blogger Mar Arável said...

tALVEZ

PORQUE NÃO?

11:34 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro abraço, caro Vieira Calado.

Talvez porque sim, caro Filipe :)

9:09 da manhã  
Blogger Once In a While said...

não sei que dizer... mas vou atribuir à emoção que me provocou esta leitura, a momentânea falta de palavras.
Obrigada.

:)

11:35 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Eu é que lhe agradeço, cara "Once..." :)

1:47 da tarde  
Blogger LB said...

Ou quando o durante se quer eterno...

Um abraço

3:35 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Mas a eternidade é tão breve, Luís... :)
Outro abraço.

9:07 da tarde  
Blogger Pink said...

Post lindíssimo: começando pela imagem e continuando com o poema.

Lindo, Lindo. Obrigada pela partilha.

Um beijo Pink :-)

9:59 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro beijo, Pink :-)

2:40 da tarde  
Blogger minucha said...

alma gémea, ou reflexo

prefiro reflexo
acho que ele é o meu reflexo e eu o seu reflexo

2:07 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

É isso, Minucha.

6:34 da tarde  

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