Solidão companheira
Ninguém dirá que te perdi
e te procuro em qualquer parte.
Eu tenho a força que me vem de ti,
a força de inventar-te.
Por essa força criarei
tudo de novo e de maneira
que ninguém estranhe o nome que te dei,
solidão companheira.
("A Porta da Europa", 1978)
e te procuro em qualquer parte.
Eu tenho a força que me vem de ti,
a força de inventar-te.
Por essa força criarei
tudo de novo e de maneira
que ninguém estranhe o nome que te dei,
solidão companheira.
("A Porta da Europa", 1978)

2 Comments:
Lindíssimo, meu querido Poeta.
Maria B.
Belo lema de blogue.
Convido V. Exa a visitar a Embaixada de Zurugoa, para um ludico intercâmbio.
zurugoa.blogspot.com
Salut
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