sábado, outubro 27, 2007

Vacina contra a poesia










Acrílico
sobre tela
TL, 2007
A poesia é uma carga pesada
que, sem aviso nem hora marcada,
cai sobre os ombros do poeta,
desde a mais tenra infância.
Mas não tem importância,
porque uma coisa é certa:
vão inventar, mais dia menos dia,
uma vacina contra a poesia.

15 Comments:

Blogger addiragram said...

Infelizmente já a "inventaram" muitas
e muitas vezes...sem aviso e sem perdão...

6:53 da tarde  
Blogger JRL said...

Espero que não a descubram... :), Beijinhos

11:57 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Não deixa de ser verdade, cara Addiragram.

Também eu, Joana, mas nunca fiando... Beijinhos!

9:51 da manhã  
Blogger mariagomes said...

dá que pensar, este teu poema!

1:11 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Óptimo, Maria. A intenção é essa.

2:20 da tarde  
Blogger Susana Barbosa said...

Impossível Torquato. Impossível... Enquanto existirem Homens à face da terra, a poesia cá viverá também, boa e má...
Boa semana, Bjs.

10:02 da tarde  
Blogger Silvia Randazzo said...

Lindo poema, adorei!

Também acho que um dia vão inventar uma vacina contra a poesia, pois ela é algo contagiante e viciante!

1:38 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Beijinhos, Susana e Sílvia.

9:06 da manhã  
Blogger António Baeta said...

Eu creio que essa vacina já existe; chama-se televisão.

8:49 da tarde  
Blogger CMondim said...

Vacina?! acho q se vacinou o bicho pegou ;))

8:52 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Talvez, Toy, talvez...

:), Carla.

8:55 da manhã  
Blogger A.Tapadinhas said...

Um seu comentário em Addiragram despertou-me a curiosidade e ainda bem: deu-me muito prazer o que vi e li! Um nosso poeta disse: "Abaixo o mistério da poesia!" e eu direi consigo: Abaixo a vacina contra a Poesia!
Abraço.
António Tapadinhas

9:30 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro abraço, caro António Tapadinhas.

8:10 da tarde  
Blogger Fatyly said...

A vacina já existe há muito tempo e chama-se :"DTPNP".

















Desprezo Total Pelos Novos Poetas


que só valorizam o produto que vem de fora e a prata da casa que já ganhou ferrugem.

PARABÉNS POETA!!!!!!
Um enorme beijo

6:40 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro enorme beijo, Fatyly.

8:04 da tarde  

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