sexta-feira, julho 11, 2008

O bote















Foto de Addiragram (Aguarelas de Turner), a cujo desafio respondi com este texto:

Não passa de um bote na margem do rio
pachorrento e sereno
sem ambições de ser navio
nem traumas de ser pequeno.
E, no entanto, preso e abandonado,
decerto à espera de nos ver voltar,
parece ter mais calado
que muito paquete no alto mar.
Ou não estivesse ancorado
à poesia do lugar.

10 Comments:

Blogger Once said...

:)
tal como nós seus leitores .. ancorados aqui nesta legenda deliciosa

Bom fim-de-semana

10:30 da manhã  
Blogger Fatyly said...

A foto está lindissima e não podias ter descrito melhor.

Parabéns poeta!

Um abraço e bom fim de semana

11:56 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Caras Once e Fatyly:
Beijos, abraços e bom fim-de-semana também

2:55 da tarde  
Blogger addiragram said...

Beijinhos, caro Torcato!:))

4:50 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Beijinhos também, cara Addiragram.

5:46 da tarde  
Blogger António Baeta said...

Lindo, Torquato!

9:18 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Aquele abraço, Toy, e até um dia destes!

8:43 da manhã  
Blogger Vieira Calado said...

Belo, singelo, quante baste, esbelto poemeto.
Um abraço

10:57 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro abraço, caro Vieira Calado.

9:14 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro abraço, caro Vieira Calado.

2:06 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home