domingo, junho 08, 2008

Tédio







Jardim
9 de Abril
(Janelas
Verdes)
Foto TL

Morre-se de medo, morre-se de tédio,
mas do que se morre mais
é de falta de amor, mal sem remédio
que nos faz desiguais.

Já morremos mil vezes, já morremos
de mil mortes, nem todas naturais,
e sempre renascemos
para amar um pouco mais.

Até que um dia a solidão,
daninha mãe das decisões finais,
nos proíba o coração
de bater mais.

11 Comments:

Blogger Sophiamar said...

O amor, esse condimento essencial à vida e sem o qual feneceremos,tão do agrado dos poetas, tão bem cantado por ti. Sentires! Amar e ser amado é vital.

O poder encantatório das palavras é sublime.

Beijo

6:35 da tarde  
Blogger addiragram said...

Bonito e verdadeiro. O amor é um segundo oxigénio que se persegue até ao fim. Um beijinho.

11:33 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Beijos também e obrigado, caras Isabel e Margarida.

8:51 da manhã  
Blogger Fatyly said...

Quando o amor deixa de ter gestos...morre-se mesmo! Há tanta gente que nunca os fez e só se aperceberam dessa "morte" quando deles precisaram.

Muito tocante! Gostei muito!

Beijos

8:50 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Beijos retribuidos, cara Fatyly.

1:37 da tarde  
Blogger JRL said...

a solidão é mesmo daninha. não só magoa. também mirra. um beijinho.

11:53 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Outro beijinho, Joana.

8:55 da manhã  
Blogger ana v. said...

Tenho passado por cá, Torquato. E saio sempre melhor...
um beijo

11:43 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

E eu abro todos os dias a Porta do Vento, com grande proveito, caríssima Ana.
Outro beijo.

10:30 da manhã  
Blogger minucha said...

A falta de amor, mata
por dentro, que é a pior morte.

1:55 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Também acho, Minucha.

6:26 da tarde  

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