Espanto
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Vive ignorante da própria beleza
como se no olhar
não transportasse o verde-azul do mar
e em seu redor a natureza
não corasse de espanto ao ver passar
quem assim tem cabelos de luar.
E porque a sua fala é um violino
ecoando na lonjura
entreguei-lhe o meu destino
e morro aos poucos de ternura.
8 Comments:
Concerto para violino.
Abraço
Um Stradivarius, caro JRD.
Outro abraço.
morrer de ternura .. que imagem fabulosa Poeta. :)
:)), Mdsol!
Bjs, Catarina!
Um abraço, a um poeta ternurento.
Outro abraço, viajante Joana :)
Um hino
ao amor profundo
um cântico a uma só flor
na paleta de cores
dos jardins
Muito bem, caro Filipe, parabéns!
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