quinta-feira, maio 28, 2009

Quando Maio...

Rua Dom Pedro V / Foto TL, 2009

Quando Maio se despede e as ruas de Lisboa
ainda se vestem de flores de jacarandá,
o ar exala um cheiro que já não há
em mais qualquer lugar e me atordoa.
É um aroma doce que embebeda
cedo pela manhã e não sossega
já noite dentro, até de madrugada.
Um odor que me parece querer dizer
que, enquanto ele durar, não tenho nada
que deva temer.

10 Comments:

Blogger once said...

e Maio é meu :) portanto vou levar este poema e esta fotografia ;)

Belo, Poeta. Belo ..

10:47 da manhã  
Blogger Torquato da Luz said...

Obrigado, Catarina, é uma honra.

2:02 da tarde  
Blogger jrd said...

Porque Maio -maduro Maio- é o mês dos poetas e dos que, não sendo, cheiram e amam a poesia.
Abraço

2:42 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

É isso, JRD.
Outro abraço.

3:51 da tarde  
Blogger Tinta Azul said...

O ano passado deliciei-me com os jacarandás de Lisboa.

Este ano nem uma só vez.

Mas, aqui estão para que, pelo menos, os possa ver em companhia de palavras de odor tão agradável.

:)

10:49 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

É um espectáculo imperdível, cara Tinta Azul.

:)

9:55 da manhã  
Blogger mdsol said...

Que lindo!


[que fique claro. as minhas palavras não são de circunstância. gosto mesmo do que escreve. estou a dizer-lhe isto porque sinto que me repito nos comentários. mas o problema está na minha expressão limitada e não no neu gosto pelas suas palavras e fotografias]

:))

6:38 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Continue a "repetir-se" à vontade, cara Mdsol... E obrigado!

:))

9:41 da tarde  
Blogger addiragram said...

Sobretudo, quando os nossos olhos os sabem saborear.Mas "eles", às vezes, também têm a força de nos agarrar.
Bela Lisboa, a nossa!

4:27 da tarde  
Blogger Torquato da Luz said...

Com certeza, cara Margarida.

9:01 da tarde  

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